segunda-feira, 29 de abril de 2013

Livro que estou lendo e INDICO!




Sinopse:
A educação especial na perspectiva inclusiva tem favorecido o acesso das crianças com Autismo à escola regular, contudo a presença dessas crianças causa um estranhamento por parte dos professores e demais profissionais da educação devido aos mitos existentes sobre o Autismo infantil, as especificidades na linguagem e na interação social e o processo de aprendizado e desenvolvimento dessas crianças.
Com uma temática relevante, o livro promove a discussão sobre as possibilidades construídas na organização do trabalho do professor no espaço da educação infantil com uma criança com Autismo e traz para o debate a necessidade de ressignificar as concepção sobre Autismo infantil, infância, educação infantil, educação inclusiva e ser professor em um contexto inclusivo. A obra pretende contribuir nas reflexões sobre o processo de inclusão e escolarização da criança com Autismo, reconhecendo essa criança como ser social, que se constitui, aprende e se desenvolve nas condições concretas de vida, a partir das relações e interações que lhes são possibilitadas e das práticas culturais em que é inserida.  


Sumário

Para iniciar a conversa
Do diagnóstico à escolarização: ditos e feitos sobre o Autismo infantil
Olhando o desenvolvimento infantil e o Autismo a partir da perspectiva histórico cultural
Como ocorre o desenvolvimento infantil?
Como ocorrem esses modos de interação e de mediação? Qual é o papel do outro e da linguagem no desenvolvimento infantil?
Qual é o papel do professor no desenvolvimento da criança com Autismo?
A criança com Autismo na educação infantil: (des)encontros, trabalho colaborativo e aposta no sujeito para além do Autismo
Os (des)encontros nos espaços e tempos da educação infantil
O trabalho colaborativo com as professoras
Uma aposta no sujeito para além do Autismo: ampliando o olhar para Daniel
Adultos e crianças participam da inserção de Daniel nos diferentes espaços e tempos da educação infantil
Inserindo Daniel nos diferentes espaços e tempos
Orientando Daniel nos diferentes espaços e tempos: a colaboração de outras crianças
Brincando com Daniel
A mediação pedagógica na brincadeira com Daniel
A mediação e a inserção de Daniel na brincadeira de faz de conta
Novas possibilidades de encontro com a criança com Autismo na educação infantil
Referências 

Deputada Mara Gabrilli sobre vetos da lei dos Autistas

Vídeo: "Autismo: Conhecer e agir!", lançado no dia 26/04/13 na OAB/RJ.



Workshop em Belo Horizonte



Autismo é associado a anormalidades na placenta

Descoberta poderia permitir avaliação de risco de autismo e tratamento precoce

Imagem: Flickr/evilpeacock
Descoberta poderia permitir avaliação de risco de autismo e tratamento precoce
Por Karen Rowan e MyHealthNewsDaily

Um novo estudo descobriu que crianças com maior risco de autismo podem ter estruturas anormais na placenta que podem ser detectadas no nascimento.

De acordo com os pesquisadores, as descobertas sugerem que intervenções comportamentais que visam o desenvolvimento social e motor nessas crianças poderiam ser iniciadas imediatamente. Estudos mostraram que essas intervenções são mais eficazes em crianças com autismo quando iniciadas mais cedo. 

Ainda é muito cedo para dizer se um exame da placenta poderia ser usado como teste definitivo para o autismo no nascimento, explica o pesquisador do estudo, Dr. Harvey Kliman, diretor de Pesquisas Reprodutivas e Placentárias da Escola de Medicina da Yale University. Transtornos do espectro autista são tipicamente diagnosticados quando crianças têm entre três ou quatro anos, ou até mais que isso.

Porém, se essas estruturas forem encontradas no momento do nascimento de uma criança e intervenções forem iniciadas, a criança pode se beneficiar muito se tiver autismo, e haveria poucas desvantagens se a criança não tiver autismo – é improvável que elas sejam prejudicadas pelo esforço, explica Kliman.

No estudo, Kliman e seus colegas coletaram amostras de tecidos placentários de 117 crianças nascidas em famílias que já tinham uma criança com autismo, e os compararam com placentas de 100 bebês nascidos em famílias em que nenhuma criança mais velha tinha autismo. Os pesquisadores, que não sabiam quais placentas pertenciam a cada grupo de crianças, examinaram amostras das placentas em microscópio.

Enquanto uma em cada 50 crianças da população geral têm autismo, de acordo com a estimativa mais recente dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças, o risco de autismo entre crianças com um irmão ou irmã mais velho que tem autismo é de 18,7%, de acordo com o novo estudo.

Os pesquisadores descobriram que estruturas chamadas de inclusões trofoblásticas (ITs) – que são pequenas invaginações em forma de fosso na placenta – eram muito mais comuns nas placentas de crianças com alto risco.

De acordo com o estudo, placentas de crianças em risco tinham uma probabilidade oito vezes maior de ter duas ou mais inclusões trofoblásticas se comparadas a amostras de controle.

O estudo mostrou que a presença de quatro ou mais ITs foi fortemente ligada ao grupo de risco. Nenhuma das placentas do grupo de controle teve quatro ou mais ITs, enquanto 19% das placentas do grupo de risco tiveram.

Isso sugere que usar uma nota de corte de quatro ITs na placenta poderia revelar com uma especificidade de 99% que uma criança está no grupo de alto risco. Em outras palavras, é extremamente provável que uma criança com quatro ITs placentárias tenha alto risco de desenvolver autismo, explica Kliman.

 No entanto, usar a nota de corte de quatro ITs poderia ser muito pouco para detectar crianças no grupo de alto risco: 81% de crianças no grupo de alto risco não tinham quatro ou mais ITs.

De acordo com Kliman, os pesquisadores continuarão a acompanhar as crianças no estudo para verificar quais delas acabam sendo diagnosticadas com autismo. Ele apontou que espera-se que cerca de uma em cada cinco crianças no grupo de alto risco desenvolva autismo. Será interessante ver se os 19% de crianças com quatro ou mais ITs se alinham com as que receberão o diagnóstico de autismo, contou ele à MyHealthNewsDaily.

Mas as descobertas não significam que as ITs provoquem autismo, alerta Kilman. Em vez disso, é provável que o que quer que provoque autismo em uma criança também faça com que as ITs se formem na placenta, explicou ele. “A placenta é um reflexo do que está acontecendo no cérebro”.

Pesquisadores sabem há muito tempo que ITs estão ligadas a anormalidades cromossômicas. O fato de ITs também serem encontradas em crianças com alto risco de autismo fornecem mais evidências de que a condição tem raízes genéticas, explicou Kilman.

O estudo foi publicado em 25 de abril, no periódico Biological Psychiatry.
 

sábado, 27 de abril de 2013

Qual a sua profissão?

Qual a sua profissão?

Fiquei a me perguntar: Qual minha profissão afinal? Na verdade minha carteira de trabalho está em branco, mas como dizer que eu não trabalho e que sim tenho uma profissão!
Acho que ser apenas genitora  é muito pouco diante de todas as atribuições diárias que nós Mães Especiais desempenhamos...
Cozinheira? Todos os dias comidinha fresquinha e gostosa, na hora certa, mantendo a família toda bem nutrida.
Cuidadora? Troca de fraldas toda vez que sujas, alimentação, banho, companhia na hora da leitura e do passeio de cadeira de rodas na pracinha a tarde e no sono turbulento da noite.
Nutricionista? De 3 em 3 horas medidas corretas de mls de dieta e água após a administração e durante os intervalos, além de entender tudo sobre proteínas, carboidratos, leites hidrolisados, esvaziamento gástrico, má absorção.
Doméstica? Casa limpa e organizada, afinal temos crianças especiais em casa e não podemos deixar poeira e lixo hospitalar acumulados.
Lavadeira?  Troca de lençóis, roupas de cama diária precisam ser lavadas separadamente.
Passadeira? E depois as pilhas se formam esperando ser passadas e guardadas.
Enfermeira? Medicamentos na hora certa, cuidados com  as mudanças de decúbito, nebulização, aspirações orofaríngeas, endotraqueais, limpeza de sonda de gastrostomia, curativos, prevenção de escaras,  esterealização e desinfecção de mateirais. Manuseio de oxigênio, bomba de infusão, seringas, sondas e cateteres.
Advogada? Sempre pronta lutar e defender sua cria, mesmo que do outro lado seu oponente seja bem maior que você, travamos grandes e belas batalhas judiciais para fazer valer nossos direitos.
Fonoaudióloga?  Sempre falando em tom alto, engraçado e entendível, sendo repetido quantas vezes forem necessários, exercícios para ativar músculos faciais flácidos e incentivar a deglutição salivar, aliviando a disfagia evitando complicações respiratórias.
Arquiteta? Temos o dever de deixar nossa casa apta para uma criança especial, sem nada que ofereça perigo, com rampas de acessibilidade, portas grandes e banheiro adaptado.
Designer de ambientes? Preocupada com a ventilação, iluminação e ainda assim quebrar um pouco do aspecto de quarto hospitalar e deixá-lo bonito, mesmo que pareça uma UTI.
Recreadora? Tempo de lazer todos os dias, bola, carrinho, pique-pega, corre pra lá e pra cá... massinhas de modelar, lápis, giz de cera tinta guaxe,  mesinha de atividades, livros, música.
Terapeuta ocupacional? Sempre incentivando a tentar pegar algum objeto sozinha, auxiliando no manuseio, mostrando as cores, formas geométricas, pedindo para que use as órteses de forma correta.
Cabeleireira? Sempre inovando nos penteados, caprichando na higiene, (no meu caso) o insistente rabo de cavalo no topo da cabeça, para evitar que embarace e ocorra queda de cabelos e choro na hora de pentear.
Fisioterapeuta? Fazendo alongamentos desde a hora do despertar até o adormecer, tentando evitar as deformidades ósseas, fortalecendo músculos e toda parte ortopédica.
Professora/Pedagoga? Ensinando tudo o que puder, respeitando sempre suas limitações, e vibrando com cada aprendizado de uma letra vogal, viramos Líderes de torcida para que elas aprendam algo.
Dentista? Observando a anomalia crânio-facial, escovando os dentes com escova giratória especial, pasta apropriada, enxaguante sem álcool com gaze para a língua, uso de dedeira, e retirar o dente logo que ele fique mole para evitar uma aspiração.
Psicóloga? Mostrando sempre os dois lados da situação, dando apoio moral quando tudo fica ruim, quando a dor chega, as internações, os procedimentos cirúrgicos, os exames doloridos, a mão amiga, o carinho, o entendimento, o colo para chorar, o apoio psicológico necessário.
Estilista? Procurando sempre comprar ou mandar fazer roupas em algodão, com botões na frente, muitos e muitos pijamas de bichinhos, que sejam larguinhas e fáceis de tirar e colocar.
Pesquisadora? Como traças, devorar livros, documentários , reportagens na internet  sobre a doença e os cuidados.
Assistente social? Cuidando e orientando sobre os direitos e deveres da cidadania, junto ao ministério público e entidades.
Médica? Aprendendo a fazer procedimentos invasivos, a terminologia, anatomia, genética, observando sinais e sintomas, discutindo diagnósticos, zelando pelos sinais vitais.
Cantora? Tendo que aprender todas as letras de músicas e os nomes dos cantores atuais, desde os sertanejos universitários até os funkeiros, isso ajuda a distraí-la nas sessões de fisioterapia respiratória e motora.
Palestrante? Ajudando outras mães que estão no começo e precisam de um testemunho, de um incentivo, de uma ajuda de alguém que já passou pela mesma situação.
Esteticista? Cuidando da pele adolescente cheia de espinhas, usando o que há de melhor  e mais cheiroso na hora do banho, depilação, tônicos adstringentes, e limpeza facial.
Motorista? De uma cidade para outra, procurando atendimento médico satisfatório e completo, sem se importar com os Km rodados.
Inventora? Encontrar uma nova forma de se fazer as coisas que não possam ser feitas de modo convencional, gambiarra é o nosso forte, sabemos adaptar sondas, colheres todo tipo de material para nossas crianças.
Organizadora de eventos: Fazemos de tudo para que as maiores conquistas sejam parecidas com eventos enormes,  somos muito organizadas, festas de aniversários então, somos craques  cada ano é uma vitória tremenda e merece comemoração.
Política? Assumir verdadeiros compromissos com a lei, lutar pela mudança, fazer protestos e projetos, pintar a cara, trabalhar pela nossa causa.
Secretária? Sempre agendando horários e datas para consultas, procedimentos, exames, viagens e terapias.
Manicure? Cortando as unhas para que elas fiquem sempre bem curtas para não se arranhar, passar um esmalte da cor da moda e quem sabe fazer um desenho ou colar um adesivo legal.
Blogueira? Arrumar um tempinho para escrever no meu Blog virtual compartilhando nossa historia, conhecendo mães na mesma luta de vários lugares, me trazendo muitas alegrias e aprendizado, somos mil em uma, temos amor, e paciência de sobra nos rotulamos especiais por isso.

Somos fortes, cara como nós somos fortes!

Depois de tanto pensar, descobri que sou tudo isso e muito mais, que Deus me deu dons e atribuições muito maiores do que eu mesma poderia imaginar! Merecemos ser reconhecidas... e ter um dia só para nós! Imaginem só que legal
 Dia tal “Dia da Mãe especial”.

Agradeço todos os dias por ter o privilégio de ir me deitar tão exausta! E  ter que levantar no meio da noite pra checar os aparelhos , a respiração e o posicionamento da minha maior paixão.

Fiquei a me perguntar: Qual minha profissão afinal? Na verdade minha carteira de trabalho está em branco, mas como dizer que eu não trabalho e que sim tenho uma profissão!
Acho que ser apenas genitora é muito pouco diante de todas as atribuições diárias que nós Mães Especiais desempenhamos...
Cozinheira? Todos os dias comidinha fresquinha e gostosa, na hora certa, mantendo a família toda bem nutrida.
Cuidadora? Troca de fraldas toda vez que sujas, alimentação, banho, companhia na hora da leitura e do passeio de cadeira de rodas na pracinha a tarde e no sono turbulento da noite.
Nutricionista? De 3 em 3 horas medidas corretas de mls de dieta e água após a administração e durante os intervalos, além de entender tudo sobre proteínas, carboidratos, leites hidrolisados, esvaziamento gástrico, má absorção.
Doméstica? Casa limpa e organizada, afinal temos crianças especiais em casa e não podemos deixar poeira e lixo hospitalar acumulados.
Lavadeira? Troca de lençóis, roupas de cama diária precisam ser lavadas separadamente.
Passadeira? E depois as pilhas se formam esperando ser passadas e guardadas.
Enfermeira? Medicamentos na hora certa, cuidados com as mudanças de decúbito, nebulização, aspirações orofaríngeas, endotraqueais, limpeza de sonda de gastrostomia, curativos, prevenção de escaras, esterealização e desinfecção de mateirais. Manuseio de oxigênio, bomba de infusão, seringas, sondas e cateteres.
Advogada? Sempre pronta lutar e defender sua cria, mesmo que do outro lado seu oponente seja bem maior que você, travamos grandes e belas batalhas judiciais para fazer valer nossos direitos.
Fonoaudióloga? Sempre falando em tom alto, engraçado e entendível, sendo repetido quantas vezes forem necessários, exercícios para ativar músculos faciais flácidos e incentivar a deglutição salivar, aliviando a disfagia evitando complicações respiratórias.
Arquiteta? Temos o dever de deixar nossa casa apta para uma criança especial, sem nada que ofereça perigo, com rampas de acessibilidade, portas grandes e banheiro adaptado.
Designer de ambientes? Preocupada com a ventilação, iluminação e ainda assim quebrar um pouco do aspecto de quarto hospitalar e deixá-lo bonito, mesmo que pareça uma UTI.
Recreadora? Tempo de lazer todos os dias, bola, carrinho, pique-pega, corre pra lá e pra cá... massinhas de modelar, lápis, giz de cera tinta guaxe, mesinha de atividades, livros, música.
Terapeuta ocupacional? Sempre incentivando a tentar pegar algum objeto sozinha, auxiliando no manuseio, mostrando as cores, formas geométricas, pedindo para que use as órteses de forma correta.
Cabeleireira? Sempre inovando nos penteados, caprichando na higiene, (no meu caso) o insistente rabo de cavalo no topo da cabeça, para evitar que embarace e ocorra queda de cabelos e choro na hora de pentear.
Fisioterapeuta? Fazendo alongamentos desde a hora do despertar até o adormecer, tentando evitar as deformidades ósseas, fortalecendo músculos e toda parte ortopédica.
Professora/Pedagoga? Ensinando tudo o que puder, respeitando sempre suas limitações, e vibrando com cada aprendizado de uma letra vogal, viramos Líderes de torcida para que elas aprendam algo.
Dentista? Observando a anomalia crânio-facial, escovando os dentes com escova giratória especial, pasta apropriada, enxaguante sem álcool com gaze para a língua, uso de dedeira, e retirar o dente logo que ele fique mole para evitar uma aspiração.
Psicóloga? Mostrando sempre os dois lados da situação, dando apoio moral quando tudo fica ruim, quando a dor chega, as internações, os procedimentos cirúrgicos, os exames doloridos, a mão amiga, o carinho, o entendimento, o colo para chorar, o apoio psicológico necessário.
Estilista? Procurando sempre comprar ou mandar fazer roupas em algodão, com botões na frente, muitos e muitos pijamas de bichinhos, que sejam larguinhas e fáceis de tirar e colocar.
Pesquisadora? Como traças, devorar livros, documentários , reportagens na internet sobre a doença e os cuidados.
Assistente social? Cuidando e orientando sobre os direitos e deveres da cidadania, junto ao ministério público e entidades.
Médica? Aprendendo a fazer procedimentos invasivos, a terminologia, anatomia, genética, observando sinais e sintomas, discutindo diagnósticos, zelando pelos sinais vitais.
Cantora? Tendo que aprender todas as letras de músicas e os nomes dos cantores atuais, desde os sertanejos universitários até os funkeiros, isso ajuda a distraí-la nas sessões de fisioterapia respiratória e motora.
Palestrante? Ajudando outras mães que estão no começo e precisam de um testemunho, de um incentivo, de uma ajuda de alguém que já passou pela mesma situação.
Esteticista? Cuidando da pele adolescente cheia de espinhas, usando o que há de melhor e mais cheiroso na hora do banho, depilação, tônicos adstringentes, e limpeza facial.
Motorista? De uma cidade para outra, procurando atendimento médico satisfatório e completo, sem se importar com os Km rodados.
Inventora? Encontrar uma nova forma de se fazer as coisas que não possam ser feitas de modo convencional, gambiarra é o nosso forte, sabemos adaptar sondas, colheres todo tipo de material para nossas crianças.
Organizadora de eventos: Fazemos de tudo para que as maiores conquistas sejam parecidas com eventos enormes, somos muito organizadas, festas de aniversários então, somos craques cada ano é uma vitória tremenda e merece comemoração.
Política? Assumir verdadeiros compromissos com a lei, lutar pela mudança, fazer protestos e projetos, pintar a cara, trabalhar pela nossa causa.
Secretária? Sempre agendando horários e datas para consultas, procedimentos, exames, viagens e terapias.
Manicure? Cortando as unhas para que elas fiquem sempre bem curtas para não se arranhar, passar um esmalte da cor da moda e quem sabe fazer um desenho ou colar um adesivo legal.
Blogueira? Arrumar um tempinho para escrever no meu Blog virtual compartilhando nossa historia, conhecendo mães na mesma luta de vários lugares, me trazendo muitas alegrias e aprendizado, somos mil em uma, temos amor, e paciência de sobra nos rotulamos especiais por isso.

Somos fortes, cara como nós somos fortes!

Depois de tanto pensar, descobri que sou tudo isso e muito mais, que Deus me deu dons e atribuições muito maiores do que eu mesma poderia imaginar! Merecemos ser reconhecidas... e ter um dia só para nós! Imaginem só que legal
Dia tal “Dia da Mãe especial”.

Agradeço todos os dias por ter o privilégio de ir me deitar tão exausta! E ter que levantar no meio da noite pra checar os aparelhos , a respiração e o posicionamento da minha maior paixão.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

“Autism in Love” (O Amor Autista)

Repassando:

Meu nome é Carolina Groppa, sou Produtora brasileira morando em Los Angeles e atualmente estamos criando um documentário chamado, “Autism in Love” (O Amor Autista). Nesse filme relatamos como os adultos com autismo se apaixonam e lidam com o relacionamento amoroso. Recentemente tivemos destaque na página Huffington Post: http://huff.to/12LeO5E

Eu e Matt Fuller (Diretor) nos dedicamos completamente na produção e agora precisamos de ajuda. Nós lançamos um Kickstarter (site internacional que permite a arrecadação de fundos para lançamento de novos projetos) para levantar U$ 100.000,00 (cem mil dólares). Até o momento conseguimos aproximadamente U$ 13.000 e se até o dia 18 de maio não alcançarmos nosso objetivo, não teremos direito a receber nada. Esse dinheiro será todo direcionado à produção do documentário e me coloco a disposição para responder qualquer dúvida relacionada a ele.

Através desse e-mail gostaríamos de pedir o seu suporte, seja com doações ou compartilhando o nosso link: http://kck.st/YaBmho

Fique por dentro de nosso trabalho a partir dos nossos links:

Oficial: www.autisminlove.com
Facebook: facebook.com/autisminlove
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